Pensamento Crítico

Pensamento Crítico. Créditos da imagem: Envolverde

 

Pensamento crítico: prévia

Nos dias de hoje muitos remetem a relação de pensamento crítico apenas como ato de desaprovar, recriminar e depreciar algo mas ao fazermos uma análise e um estudo retrospectivo mais aprofundado vamos encontrar um sentido muito mais amplo para a definição de pensamento crítico, segundo os estudiosos e pesquisadores Fisher e Scriven definem pensamento crítico como uma compreensão competente e ágil das observações, exposições, conhecimentos e discussões.

Habilidades Cognitivas usadas ao pensar criticamente.

Ao pensar criticamente fazemos um juízo de algo, no sentido de refletir sobre no que devemos crer, ou agir através de um exame minucioso, de uma vivência, a uma manifestação oral ou escrita, e até mesmo pequenas proposições. O pensamento crítico vai além apenas de uma visão superficial ou de uma opinião subjetiva, ao pensarmos criticamente utilizamos de métodos e ferramentas mentais como a lógica, nitidez, confiabilidade, precisão, importância, valor expressivo.

Pensamento critico alem do conhecimento cientifico 

O pensamento ultrapassa até mesmo o conceito de um simples método cientifico apesar de ser ferramenta presente nas pesquisas e estudos desenvolvidos pela ciência, ele pode estar relacionado a vivência ou seja experiência que se teve com determinado objeto, ele exige do pensante nitidez, exatidão, igualdade e indícios, para não ser um argumento subjetivo apenas, ele exige um questionamento recorrente do porquê das coisas, o que exige o uso de elementos cognitivos e do intelecto para se atingir uma postura aceitável e compreensível ao argumentar.

Pensamento crítico: afinal

Podemos concluir que o pensamento crítico bem como a crítica não tem relação apenas com caráter pejorativo e pessimista que podemos construir analises e críticas construtivas sobre determinado objeto.

Referência:

SILVA, Jairo José da. Pensamento crítico: o poder da lógica e da argumentação.    Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-60452012000200005&lng=en&nrm=iso&gt;. Acessado em:  02 de  Junho de  2014.

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Como as pessoas compram?

Uma informação importante para gerir um negôcio pautado em vendas ou prestação de serviços, é saber quais os meios que o cliente usa para obtê-los. Uma pesquisa realizada pela empresa Havas WorldWide em 31 países, mostra como é o comportamento dos consumidores na hora de comprar. A pesquisa divide os compradores em 4 grupos:

  • Digitally Dissociated: prefere realizar a compra pessoalmente pois é possível testar o produto antes de comprar, realizar a compra mais rapidamente e pedir ajuda ao vendedor(cada qual com uma porcentagem dentro da pesquisa, indicada no infográfico).
  • Digitally Divided: pessoas que usam de maneira diferente o computador pessoal e do trabalho. Geralmente não fazem compras pelo celular(motivos para tal comportamento, e suas porcentagens, ver infográfico).
  • Digitally Experimental: usuários que ainda não estão completamente integrados ao meio digital; tratam o uso de tais ferramentas como algo experimental( no infográfico é possível visualizar a porcentagem, por idade, dos que gostam de compartilhar suas experiências com produtos onlines e dos que utilizam os Reviews para realizar compras).
  • Digitally Integrated: usuários completamente integrados ao meio digital, o qual faz parte inseparável de suas vidas(através do infográfico é possível visualizar a porcentagem dos usuários que fazem compras pelo smartphone e também dos que utilizam o smartphone durante a compra em uma loja física).

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Afinal: comentário negativo, é realmente negativo?

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Introdução

Comentários negativos feito por funcionários na Internet sobre as empresas em que trabalham, a primeira vista pode parecer algo que vai contra os interesses da empresa. Todavia, um estudo realizado pelo pesquisador Rohit Aggarwal, da University of Utah, indica que pelo contrário: comentários negativos podem ser benéficos para a empresa

Por que?

Segundo Aggarwal, a pessoa que tem interesse na empresa ou desejam fazer negôcios com ela, ao acessar blogs de funcionários esperam que existam apenas comentários positivos. Porém, comentários negativos, mostram que integridade por parte do funcionário e uma política transparente por parte da empresa.

Aggarwal também observou que o nível dos comentários devem ser dosados: se a crítica for muito pesada, ou se houver apenas críticas, esse efeito positivo pode ser perdido e a capacidade de a empresa realizar negócios pode cair drasticamente.

Pano de fundo

O conceito sociológico de Niklas Luhmann(1927-1998) defende que a comunicação só existe quando há uma sintonia entre o saber e o não-saber. “A comunicação bifurca a realidade: cria duas versões do mundo, a do sim e a do não, obrigando assim, à tomada de uma decisão”. Essa bifurcação da realidade gera o processo autopoiético de comunicação e permite a geração de uma comunicação futura, pautada no dissenso ou no consenso. Essa é uma pista a qual pode nos levar a compreender melhor como se dá o lado positivo de um comentário negativo sobre uma empresa na internet por seus funcionários: ele gera alternativas para melhor compreender aspectos internos da empresa, em detrimento a visão única da organização sobre si mesma, que em geral é apenas positiva.

 

 

Referências:

MULVEY, Jeanette. Negative Employes Can Be Good for Business. Disponível em: <http://www.livescience.com/17081-angry-employees-good-business.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Livesciencecom+%28LiveScience.com+Science+Headline+Feed%29&utm_content=Google+Reader&gt;. Acessado em: 02 de Junho de 2014

AGGARWAL, Rohit. Blog, Blogger, and The Firm: Can Negative Posts by Employees Lead to Positive Outcomes?. Disponível em: <http://rohitaggarwal.wordpress.com/2011/10/11/blog-blogger-and-the-firm-can-negative-posts-by-employees-lead-to-positive-outcomes/&gt;. Acessado em 02 de Junho de 2014.

LUHMANN, Niklas [2005]. A realidade dos meios de comunicação. Trad. de Ciro Marcondes Filho. São Paulo: Paulus, 2005.

LUHMANN, Niklas [1995]. Introdução à teoria dos sistemas: aulas publicadas por Javier Torres Nafarrate. Trad. de Ana Cristina Arantes Nasser. Petrópolis: Vozes, 2010.

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